Chaos
Um colapso
Dois universos
Toda uma bagagem alheia ao tempo
Desconexão da lógica
Do comum
Do real
Não há real
Nada é palpável
Só há caos
Dimensões emaranhadas ao acaso.
Essência espalhada ao vento
A brisa do outro acariciando a face
O perfume da alma que inebria.
Tudo foi tocado e trocado
E num instante-eternidade se foi
Pois o tempo não existe
Somente o caos.
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